segunda-feira, 26 de junho de 2017

Correção na poupança deve terminar por acordo

Desesperadas com notícia de que o caso da correção da poupança deve terminar por acordo e não com decisão judicial, grandes bancas de advogados contratadas pela Febraban visitam ministros de tribunais e pedem atenção especial para a extinção de todas as ações antes da assinatura do acordo.
Os escritórios, evidente, não querem perder milhões em honorários. Entre os escritórios estão os do ex-ministros Eros Grau (STF) e César Asfor Rocha (STJ), e o notório Sérgio Bermudes, sócio da mulher do ministro Gilmar Mendes, do Supremo.

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