quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sete maiores desafios do namoro moderno

Namorar não é mais o que costumava ser. Isso é fato. Digamos que costumava ser mais fácil... mais simples — previsível, talvez, porém confiável. A geração Y não conduz seus relacionamentos com tanta facilidade e destreza. Há razões de sobra para explicar porque isso acontece, e muitas vezes não podemos culpá-la.
À medida que progredimos como sociedade e lutamos por coisas maiores, o namoro vai se tornando mais difícil. A vida era menos complicada antes — havia menos coisas a fazer, menos competições e comparações. As opções eram poucas, bem como as possibilidades e escolhas. Hoje existem infindáveis opções apresentadas a nós todos os dias. E o pior é que acabamos escolhendo o máximo delas que conseguimos porque sempre queremos mais — isso é da natureza humana. Estamos sempre competindo e tentando ficar à frente.

Quer entender por que está cada vez mais difícil se relacionar? Veja, a seguir, sete problemas que as gerações anteriores não tinham com relacionamento ( e que nós temos hoje).


1) O sexo nem sempre estava em jogo — pelo menos não no primeiro encontro
Essa coisa de “uma noite e nada mais” nunca foi tão comum como é hoje. Claro que não dá para dizer que isso jamais aconteceu no passado, mas nem de perto acontecia com tanta frequência como na nossa geração. Muitos de nós até chegam a dormir alguns meses com a mesma pessoa antes de partir pra outra, e chamamos isso de namoro, mas a verdade é que namoramos com essa frequência apenas pelo sexo. Na maior parte do tempo pulamos toda a parte gostosa do namoro e vamos direto ao nosso objetivo: levar a garota pra cama. Se nada mais, ao menos somos uma geração super eficiente então, né?!

2) A maioria das pessoas namorava porque queria estar num relacionamento
Hoje não dá para saber se quem namora realmente quer namorar. Muitos relacionamentos começam com sexo antes de se tornarem algo substancial, e pode ser meio complicado saber onde está o limite entre um e outro. Você está namorando? Ou você está apenas transando com alguém? Claro, você não está apenas fazendo sexo, você está saindo com alguém. Mas tem certeza que isso não é “amizade com benefícios”? Você claramente não é apenas mais um cara na lista dela, mas vocês estão juntos? Vocês estão juntos ou vocês estão oficialmente juntos? Aparentemente há agora uma diferença — a exclusividade não é mais um acordo tácito.
3) O status de relacionamento do Facebook
Pode me matar agora: mas por que diabos isso importa? Eu sei que isso importa, porém não sei por quê. Bem, eu sei o porquê, mas é tão incrivelmente besta que é estranho pensar que essa coisa tenha invadido até a minha vida.

4) Não saber se a outra pessoa é completamente confiável
Navegando por águas desconhecidas? Não saber exatamente se você está em um relacionamento pode te enrolar por meses e gerar mais incerteza para ambas as partes. Se você não está num relacionamento, então está livre para namorar e provavelmente deveria estar namorando, certo? Mas e se a outra pessoa descobre e arruina suas chances com o novo pretendente?
Pior ainda: e se ele ou ela já está namorando outra pessoa e você está sendo o fiel bobalhão? Namorar é um esporte para a nossa geração. As gerações mais velhas namoravam com o objetivo de encontrar alguém para se entregar e passar a vida toda juntos— e por causa do sexo, é claro; mas eles reprimiam isso e focavam no romance.
5) Não saber se a pessoa tem DST
Isso é um problema, pois quanto mais parceiros você tem, maior são as chances de pegar uma doença venérea. Claro que hoje usamos preservativos com mais frequência que antes e encontramos a cura para algumas doenças sexualmente transmissíveis, porém as pessoas ainda correm o risco de pegá-las. A questão é que hoje é muito difícil saber se alguém tem alguma doença. Antigamente, os indivíduos que tinham um estilo de vida sexual mais aberto já indicavam sinais de perigo. Mas como fica isso se hoje temos uma vida sexual bem mais aberta que antigamente?

6) Regras arbitrárias que as pessoas estão destinadas a seguir
Com cada novo dispositivo e serviço de mensagens vem uma nova regra de quanto tempo devemos esperar para adicionar a pessoa, ou fazer contato por meio desses dispositivos. Além disso, existem regras de o quanto você deve escrever para aquela pessoa, ou mesmo, o quanto devem ver um ao outro.
Ninguém sabe ao certo quais são as regras, porque elas são tão arbitrárias que isso realmente não importa. O fato é que regras existem em algum lugar e vamos seguir a nossa própria interpretação delas. A forma de comunicação hoje torna o namoro mais difícil. Nos comunicamos principalmente por dispositivos em vez de pessoalmente. Tanta coisa se ​perde em uma mensagem de texto — mesmo com emoticons. Tudo bem, eles ajudam um pouco.
7) Antes havia uma etiqueta a seguir
Você tinha que comprar flores ou chocolate. Vocês iriam jantar juntos e ver um filme, talvez depois sairiam para dar uma volta à pé. No final da noite, o homem daria um beijo na bochecha de sua pretendente e voltaria pra casa. E, pronto, missão cumprida. Hoje praticamente não há um senso comum em relação a sair com alguém para um encontro. Eu até acho que as mulheres ainda gostam de receber flores, mas não me lembro de ter visto ninguém nos últimos tempos levar flores para alguma mulher num encontro. Não me lembro de ter visto isso acontecer durante toda a minha vida na verdade. Além do mais, geralmente não rola mais o jantar e cineminha, tudo porque muitas mulheres já fizeram isso antes...quando elas começaram a namorar. Aos 11 anos de idade.


Fonte: Yahoo.

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